Estou em casa há quase vinte e quatro horas, tentando fazer meu corpo entender que passar por uma mudança extrema nos quantitativos de temperatura/umidade do ar não é assim nenhum fim do mundo. O corpo super não está entendendo, enfim.
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Terminado meu curso, tenho quilos de material pra ler, reler e estudar bastante, e toda uma preparação espiritual para fazer antes de tentar relatar aos meus superiores que, talvez, quem sabe?, algumas coisas no meu local de trabalho deveriam ser diferentes. Torçam por mim.
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Depois de umas horas como turistas-destemidas, Nice e eu planejamos uma reedição das aventuras para a tarde da quinta-feira passada. Não rolou. Culpamos a noite mal dormida, a minha asma que quis chamar a atenção em grande estilo e um pouco de preguiça. Mas isso não diminuiu a vontade de arremessar um objeto cortante na direção dos coleguinhas de curso que foram para um bar qualquer assistir aquela lastimável exibição da seleção brasileira de futebol (1. em minúsculas, é o que eles merecem; 2. a gente ainda prefere o Rock Gol) e voltaram berrando no nosso corredor do hotel, sabeládeus que horas, acabando com a nossa noite de sono.
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Sobre a tarde como turistas-destemidas recém mencionada, continuo devendo as fotos.
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(vou buscar mais um casaco)
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Casaco vestido, mal dá pra fechar os braços. Faz um frio aqui, mas um frio, que é qualquer coisa assim de se usar um palavrão pra denotar a intensidade: frio pra caralho mesmo!
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Voltando ao assunto: senhorita Bruna acabou entrando pra já consagrada lista de pessoas a quem eu devo uma visita. Não é que eu não queira visitar. Menos ainda que eu minta sobre fazê-lo. É que eu sou enrolada até os limites do quanto o ser humano pode ser – e deixei pra ligar pra ela no último dia possível, daí não deu certo e danou-se. Perdoe-me, moça.
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Não posso deixar de mencionar o hotel em que ficamos em Brasília. Para não me estender, cinco palavras:
Evite a rede Bittar. Mesmo.
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Quanto tempo uma pessoa é capaz de permanecer em um aeroporto sem perder a classe? Óquei, eu não tenho do que reclamar, muitos aí já passaram por situações bem piores na época da crise, eticétera e tal. Mas tomando-se por base a inexistência de motivos maiores para o atraso, passar a tarde inteira no aeroporto por opção (de não pagar mais uma diária no hotel) tudo bem, só que esperar milanos entre a chamada para embarque e o efetivo embarque, e perceber que isso aconteceu porque o sr. Ministro do Esporte precisava pegar aquele vôo e não estava presente na hora correta… realmente irritou o pessoal.
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Tô com dúzias de planos pra essa semana.
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E tô com saudades de um monte de gente.
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Beijotôcongelando.