Quando eu disse que iria me divertir no sábado à noite, ah! eu não estava brincando! Voltar pra casa com o dia amanhecendo não foi apenas sinal de que eu fiquei tempo demais fora de casa, foi sinal de que a noite foi boa, e de que eu fiquei é tempo demais fora da minha vida divertida, da vida dos meus amigos queridos, das coisas que realmente me colocam um sorriso na cara. E dançar todos os robertos e beatles e tim-maias e fungis, e receber abraços sinceros e puxões de orelha de “porra, não some!” e nem me irritar com os abraços não tão sinceros assim… eu me devia isso tudo, na verdade. Por algum motivo desconhecido, às vezes ligo o modo casulo. E isso é um auto-boicote sem tamanho.
Maaaaas já tenho respirado os ares da nova fase que me aguarda. Aliás, a história toda da faculdade tem me envolvido tanto, e eu ando tão empolgada e tentando colocar o assunto em todas as conversas, que não dá pra negar: as aulas ainda não começaram, a minha nova fase sim. Aí eu me pergunto se vale a pena me submeter a certas coisas. E a resposta negativa chega antes mesmo que eu termine de pronunciar o “coisas”.
Pensando bem, não vale a pena ficar tentando em vão…
E parece que todos supervalorizamos o conteúdo daquele post. Quem comentou, quem escreveu e quem motivou – não necessariamente nesta ordem.
Na tentativa de mostrar que o que sentíamos poderia ser muito maior do que todas as nossas diferenças, como se superá-las fosse o mais importante, perdemos o foco. Deixamos de lado justamente o sentimento – que foi se tornando cada vez mais ofensivo, acusador, desrespeitoso. Desculpa aí, mas eu prezo absurdamente pela sinceridade, pelo respeito, pelos meus olhos enxutos, pelas histórias bem contadas e pela confiança. Não preciso de nada diferente disso. Não dá pra negar o quanto foram bons os bons momentos, mas os ruins vieram numa intensidade ainda maior, e foram destrutivos.
(E se não temos conseguido conversar sem doer, faço o que aprendi contigo, e jogo as palavras onde sei que lerás. É madrugada, mas aqui dentro tá um sol danado. Favor nem telefonar pra fazer chover.)
E não vale nada se enganar.
O melhor de tudo?
Continuo feliz. Ou mais.
Julho 15, 2008 às 12:14 pm
siga sorrisos.
Julho 15, 2008 às 9:16 pm
continuar feliz é a moral da história.
bjs ;*
Julho 17, 2008 às 11:34 am
Ah, sorrisos, alegrias, amigos, música boa e diversão!
Tudo o que há de melhor na existência humana.
Aproveite, curta, se jogue profundamente neste estado tão bom.
Este lugar é bonito, colorido e super-animador. Adorei, adorei e adorei!
Parabéns, viu?
Beijão e sorria sempre,
Y.
Julho 17, 2008 às 12:04 pm
ooi!
eu acho que tudo é uma questão de fases, como você mesma citou! em um momento, mesmo que seja pequeno, você curte seus amigos e em outro você curte suas coisas, você, ficar em casa, sei lá… acho que, às vezes, você tentar ser o que não é também é um auto-boicote! mas o idéal é sempre achar um equilíbio, não?! (:
eu gosto do seu blog mesmo assim, hahaha… linkei você, tá?! sem compromisso :P
Julho 17, 2008 às 12:50 pm
Vc não responde meu mail… :S
Julho 18, 2008 às 1:21 am
se eu fico 3 finais de semana sem divertir-me até de manhã, como o que está acontecendo, a vida fica destezonada.
amanhã, divertir-me-ei.
=)
e que bom. bom bom bom.
Julho 18, 2008 às 4:18 pm
muito bailarino na rua?