E me pego, de novo, entre a felicidade pelas boas novas do outro (ou da outra, melhor dizendo), e o aperto no peito da saudade antecipada.
É feio ser egoísta, bem feio.
Mas é chato não poder guardar as pessoas que a gente gosta em uma caixinha pra ter sempre ali, bem perto.
Ai, ai…