Toda família tem suas histórias. Na minha, comenta-se que meu avô paterno, por alguma razão que até hoje ninguém me explicou direito, mudou seu sobrenome original – Leal – para Oliveira, e meu pai nasceu um pequeno Oliveirinha. Considerando a maneira oficiosa como o nome veio parar na nossa árvore genealógica, meu irmão e eu não nos preocupamos muito em fazer uso da figura do brasão na sua forma mais tradicional.
Dito isso, eis o que foi feito hoje pela manhã:

Tá vendo que sou eu, né? – cara, aí dói!

Irmão entra na agulhada.

E a cunhada também aproveita pra retocar o que já tinha.

Fernanda: agora só falta limpar.

Eu/Augusto: a foto tá podre, o braço tá doendo, faltou o acento em “família”, mas isso se arruma depois. Importa que a flâmula num lugar diferente do original ficou linda e que a gente tá feliz :D